EQUIPE

A importância da equipe multiprofissional

Assim como na internação hospitalar, no home care uma equipe é formada por vários profissionais que estarão envolvidos direta e indiretamente no tratamento e no cuidado ao paciente. No entanto, na medicina domiciliar, como a família acompanha mais de perto o processo, a presença desses profissionais é mais marcante e conseqüentemente, mais bem aproveitada. A equipe multiprofissional é formada por médicos, enfermeiros, técnicos de enfermagem, nutricionistas, fisioterapeutas, fonoaudiólogos, psicólogos, assistentes sociais, farmacêuticos, além do pessoal de apoio como motoristas e técnicos administrativos entre outros. A função de cada um deles é bem definida.


Todos estes profissionais devem ser especializados no trato com pacientes severamente comprometidos e possuem sólida experiência com pacientes críticos, crônicos e terminais. Essa experiência técnica é fundamental para o bom desempenho do profissional. Entretanto, técnica não é tudo. Tão importante quanto a competência, estes profissionais devem ter um perfil especial, no qual o amadurecimento, a segurança e o compromisso contam muito e são qualidades essenciais. O profissional deve ser capaz de visualizar o paciente como um todo, envolvendo o contexto familiar, seus valores pessoais, seus sentimentos e suas formas de relações. O paciente em home care, bem como sua família, algumas vezes já tem percorrido uma trajetória sofrida e mais do que uma técnica absolutamente perfeita, ele precisa ser compreendido e confortado. O profissional, portanto, deve estar preparado para enfrentar uma diversidade de sentimentos. Autocontrole, auto-estima e equilíbrio são características importantíssimas para o domínio desta atividade.



Técnicos de enfermagem

O Técnico em enfermagem é um profissional com formação de nível médio, que presta serviços de enfermagem, sob supervisão do Enfermeiro, a pacientes em clínicas, hospitais, domicílios e nos serviços de atendimento a urgência e emergência pré- hospitalar.


No Brasil, é um profissional com formação de nível médio técnico, regulado pela Lei Federal nº 7.498, de 25 de junho de 1986. Cabe aos técnicos de enfermagem trabalhos de origem mais técnica com prestação de cuidados de enfermagem a pacientes no ambiente domiciliar, sendo eles:

- Fazer curativos abertos e fechados;
- Aplicar injeções IM(intramuscular), SC(subcutânea), EV(endovenosa);
- Aplicar medicações nos ouvidos, olhos e nariz;
- Dar banho no leito e aspersão;
- Ajudar o paciente a se alimentar;
- Ajudar o paciente a se locomover no pré e pós operatório;
- Acompanhar pacientes para diversos tipos de exames;
- Aplicar soroterapia para hidratação e administração de medicamentos prescritos pelos médicos e enfermeiros superiores;
- Aplicar até 2 litros de oxigênio se necessário;
- Aar apoio psicológico aos pacientes e familiares;
- Anotar as queixas dos pacientes no prontuário de enfermagem;



Médicos

O médico trata, isto é, estabelece, de forma integrada com toda a equipe, a conduta clínica que deverá ser seguida por todos os membros.



Enfermeiros

O enfermeiro cuida, sendo responsável por todos os cuidados pertinentes ao tratamento de forma curativa, preventiva e de reabilitação.



Nutricionistas

O nutricionista é responsável pela manutenção do equilíbrio nutricional do paciente, melhorando as suas condições de resposta ao tratamento.



Farmacêuticos

O farmacêutico trabalha nos "bastidores" e sua função é o controle de qualidade de todos os medicamentos e soluções usadas no tratamento, incluindo aí orientações sobre compatibilidades, interações medicamentosas e estabilidades de cada droga envolvida com a terapia em uso.



Fisioterapeutas e fonoaudiólogos

O fisioterapeuta responsabiliza-se pela manutenção e reabilitação de toda a parte motora e respiratória. O fonoaudiólogo é importante para a reabilitação oral, que envolve fala e deglutição.



Psicólogos e assistentes sociais

O psicólogo cuida da reabilitação e manutenção psíquica do paciente e de seus familiares. O assistente social encaminha e organiza as questões sociais que dificultam a evolução do tratamento e que possam interferir na resposta clínica do paciente, incluindo o contexto familiar.





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